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		<title>VivendoumaAventura2</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 19:32:49 +0000</pubDate>
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		<title>Vivendo uma Aventura</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 18:42:22 +0000</pubDate>
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		<title>EPL 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 17:55:59 +0000</pubDate>
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		<title>EPL 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 17:55:01 +0000</pubDate>
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		<title>Megafone</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 16:53:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redegf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Megafone é como chamamos os posts com depoimentos de pais, voluntários, crianças e quem mais quiser contar pra gente um pouco sobre experiências que tiveram no/com o GF. Hoje postamos o depoimento da Amanda, voluntária do galpão amarelo:  Sou voluntária do Geração Futuro desde que completei idade suficiente  para servir, quando entrei achava que iria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Megafone é como chamamos os posts com depoimentos de pais, voluntários, crianças e quem mais quiser contar pra gente um pouco sobre experiências que tiveram no/com o GF. Hoje postamos o depoimento da Amanda, voluntária do galpão amarelo: </em></p>
<p>Sou voluntária do Geração Futuro desde que completei idade suficiente  para servir, quando entrei achava que iria ensinar crianças,  mas com o tempo percebi que nesse pastoreio quem aprende muito mais com elas sou eu. Esse semestre estou servindo  na turma amarela, liderando crianças de 3 e 4 anos, apenas meninos, vale ressaltar. Eles têm um ritmo imbatível, amam fazer perguntas estrambóticas e tem uma imaginação enorme que faz sempre com que consigam ver além de nós, limitados adultos. Então resolvi compartilhar um pouquinho do que aprendo todo domingo convivendo com essas figuras!</p>
<p>Pois bem, aconteceu que um domingo eu tinha que contar para eles a história sobre Elias e a viúva, onde a pobre viúva tinha apenas um pouco de farinha para fazer pão e azeite para ela e o filho comerem, mas dividiu o pouco que tinha com Elias e Deus fez com que aquele alimento fosse suficiente para os três e não faltasse mais. Depois de ter contado a história para eles, mostrei figurinhas e perguntava qual era o personagem ou objeto da história que aquela figurinha se tratava. Quando mostrei a figura do pote de azeite, perguntei:</p>
<p>- E esse pote, o que tem dentro?</p>
<p>Depois de um longo silêncio, um deles gritou:</p>
<p>- Café!</p>
<p>Todos concordaram com o amigo que tinha café no pote. E eu tentei explicar:</p>
<p>- Não meninos, a história conta que tinha azeite dentro do pote!</p>
<p>E um outro disse:</p>
<p>- Eca, azeite não. Café!</p>
<p>E mais uma vez, todos concordaram com a afirmação. Como eu queria que eles entendessem o objetivo da história, não me importei em mudar os fatos e acabei concordando que poderíamos fazer de conta que havia café no pote. Continuei a contar a história, mas percebi que eles tinham dificuldades de assimilar a palavra viúva e resolvi dar um nome a pobre personagem. Depois de um tempo, eis que o nome escolhido por um deles foi: Maria Geovana e que logo teve o filho batizado também como João Pedro. Depois de finalizar a história sobre como a Maria Geovana e seu filho João Pedro dividiram seu café e pão com Elias, fomos ao tempo de teatro, onde eles iriam assistir aquela história contada por atores. Antes disso, tínhamos tido um momento de música e eu nem me lembrava mais que tínhamos alterado elementos da história de Elias. Então fiquei bastante surpresa quando um dos meus meninos gritou durante a peça para a atriz que fazia a viúva:</p>
<p>- Oi Maria Geovana!</p>
<p>Eu ri bastante! Até que chegou a hora que a peça falava do azeite, e eu vi a confusão na cara da mesma criança que havia gritado antes. Esperei ele comentar alguma coisa, mas ele apenas observava em silêncio. Quando acabou o teatro, fizemos uma atividade sobre o ensino. E só no finalzinho da atividade, enquanto ele pintava seu desenho de Elias e a viúva, ele comentou baixinho:</p>
<p>- Sabe tia, eu acho que tinha café mesmo no pote…</p>
<p>E não consegui evitar responder:</p>
<p>- Você tem toda razão!</p>
<p>Eu acredito que Deus não se importava o que havia dentro do pote da Maria Geovana. Ele queria apenas que ela soubesse que Ele supriria todas as suas necessidades e tivesse fé que se ela dividisse seu café com Elias, Ele certamente daria um jeito de suprir a falta. Nesse domingo eu entendi isso melhor do que nunca, graças a meninos de 3 e 4 anos! Incrível como eu aprendo muito mais do que ensino e descubro jeitos novos e divertidos de aprender bíblia com eles!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amanda Sales</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Gostaríamos muito de receber mais histórias como essa. Se você quer compartilhar, envia um email para gf@ibc.org.br</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os benefícios da atividade física na gravidez e uma série de exercícios para fazer em casa</title>
		<link>http://www.ibc.org.br/gf/blog/os-beneficios-da-atividade-fisica-na-gravidez-e-uma-serie-de-exercicios-para-fazer-em-casa/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 02:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redegf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Dor nas costas e nos quadris, tensão nos ombros, aquela sensação de cansaço e até de falta de fôlego. Quando se está grávida, esses incômodos fazem parte do pacote. Mas você não precisa (nem deve) se acostumar a eles. Praticar exercícios pode reduzir ou até fazer com que esses desconfortos desapareçam, e melhora sua recuperação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dor nas costas e nos quadris, tensão nos ombros, aquela sensação de cansaço e até de falta de fôlego. Quando se está grávida, esses incômodos fazem parte do pacote. Mas você não precisa (nem deve) se acostumar a eles. Praticar exercícios pode reduzir ou até fazer com que esses desconfortos desapareçam, e melhora sua recuperação no pós-parto. Sim, a gente sabe que não é (nada) fácil trabalhar, organizar a rotina doméstica, se preparar para a chegada do bebê e&#8230; ainda arrumar tempo para fazer ginástica. Mas vale o esforço. Os benefícios vão além de ter um corpo saudável: há melhora da qualidade do sono, valorização da autoestima e aumento da disposição, por exemplo. “Quem pratica exercícios também aguenta melhor as contrações, controla a respiração e faz mais força durante o trabalho de parto”, afirma Claudio Basbaum, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz (SP). Incrível, não é? Mas, ao que parece, poucas gestantes são adeptas da atividade física. Os especialistas ouvidos por CRESCER afirmam que as pacientes ou não praticam nenhuma atividade ou não fazem a quantidade indicada. Uma pesquisa realizada em 2011 pela Secretaria de Saúde de São Paulo, com 127 gestantes, endossa a constatação dos médicos. O estudo mostrou que 65% deixaram de praticar o mínimo de atividades físicas recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – cinco vezes por semana, por 30 minutos.</p>
<p>Não existe uma fórmula mágica que faça com que você passe a gostar de fazer uma atividade física. Uma maneira de driblar aquela preguiça que sempre aparece é escolher uma boa razão para começar – e toda gestante tem um motivo muito especial para isso. Fique tranquila: a ideia não é que você ganhe condicionamento físico nem que se torne uma superatleta, mas que faça exercícios leves pela sua saúde e pela do bebê também – filhos de mulheres que se exercitaram durante a gravidez têm menos chances de nascer com sobrepeso e menos gordura corporal, por exemplo.</p>
<p>Antes de iniciar qualquer atividade, converse com seu obstetra para que libere a prática esportiva – ele pode pedir alguns exames, como cardiorrespiratórios, para então dar um OK. Se optar por uma academia ou um personal trainer, veja se são gabaritados e têm experiência com grávidas. Mas há ainda a opção de fazer exercícios sem sair de casa, desde que a atividade seja pensada especificamente para você. Por isso, CRESCER pediu ao professor de educação física, Alexandre Souza Rebelo – que atua em grandes academias de São Paulo e faz treinamentos específicos para grávidas –, que preparasse uma série exclusiva que pode ser realizada durante todos os nove meses. Ele mostra, passo a passo, a melhor maneira de você realizar cada exercício com segurança.</p>
<p>Quem era sedentária deve fazer por 15 minutos, em dias alternados e, depois de duas semanas, dobrar a quantidade de tempo e passar a fazer cinco dias por semana. Se você já praticava algum exercício, talvez tenha que passar por algumas adaptações, como reduzir a duração da atividade. “A malhação, se controlada, pode ser feita até poucas semanas ou mesmo uma semana antes do bebê nascer”, afirma Gizele Monteiro, professora de educação física, autora do livro <em>Guia Prático de Exercícios na Gravidez</em> (Phorte Editora).</p>
<p>Seja qual for a sua situação, é preciso ficar atenta à intensidade dos exercícios, uma vez que ela aumenta o batimento cardíaco – que já é naturalmente maior na gravidez –, a temperatura do corpo e a pressão, porque, quando alterados, podem causar desconfortos, como tontura. “Uma opção é usar um aparelho que mede as batidas (monitor de frequência cardíaco). Outra dica é que, durante a atividade, deve ser capaz de conversar normalmente. Caso se sinta ofegante e não consiga completar frases, deve diminuir o ritmo”, diz Marco Antonio Borges Lopes, professor da Clínica Obstétrica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Vale lembrar que atividades com alta pressão sobre as articulações, que sobrecarregam a coluna e o abdômen da gestante, ou modalidades esportivas, que ofereçam quedas ou confrontos corporais, não são indicadas porque podem oferecer riscos.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.ibc.org.br/gf/wp-content/uploads/2012/03/Foto-Ginástica.jpg"><img class="size-full wp-image-2187" title="Foto Ginástica" src="http://www.ibc.org.br/gf/wp-content/uploads/2012/03/Foto-Ginástica.jpg" alt="" width="480" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Marina Minervino, 22 anos, grávida de cinco meses de Erik&#8221;.</p>
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		<title>A música na infância</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 02:17:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redegf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[A música é uma das minhas paixões! Gosto muito de cantar, compor e ouvir boas canções, tocar instrumentos musicais e conversar sobre esse assunto! Vejo como um universo fascinante por se tratar de uma linguagem artística que alcança todas as pessoas. A música está presente em minha vida há muito tempo! Desde a infância quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A música é uma das minhas paixões! Gosto muito de cantar, compor e ouvir boas canções, tocar instrumentos musicais e conversar sobre esse assunto! Vejo como um universo fascinante por se tratar de uma linguagem artística que alcança todas as pessoas.</p>
<p>A música está presente em minha vida há muito tempo! Desde a infância quando ouvia meus pais cantando no dia a dia. Lembro-me de quando eu, minha irmã e meus pais uníamos nossas vozes num “quarteto familiar”. Realmente criei um vínculo muito forte com essa arte desde cedo!</p>
<p>A música exerce uma influência tremenda na vida de todos nós. Não precisamos ter a voz super afinada, muito menos sabermos tocar algum instrumento. Basta sermos bons apreciadores para termos uma interação musical. E não há limite geográfico ou temporal que interfira<strong> </strong>no impacto da musicalidade na história da humana.</p>
<p>Um exemplo clássico é do salmista Davi que nos deixou tantos registros de ocasiões em que<strong> </strong>a música era o principal meio de expressão dos seus sentimentos e convicções.</p>
<p>Tratando-se da infância, não resta dúvida da tamanha importância de entendermos o valor que há no uso da ferramenta musical no processo do desenvolvimento infantil.</p>
<p>Segundo Leila Uchoa (responsável pela musicalização infantil na Igreja Batista Central de Fortaleza): <em>“a música, quando percebida apenas como uma forma de entreter as crianças, pouco tem a acrescentar na formação humana, mas quando utilizada em sua maneira mais completa, além de estimular o desenvolvimento cognitivo, psicomotor e sócio-afetivo da criança, possibilita o aprendizado de valores importantes que a acompanharão por toda a sua vida. Cantar a Palavra de Deus na infância é uma forma de mostrar o bom caminho em que elas devem andar, possibilitando uma longa caminhada com o Senhor”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E Leila acrescenta:<em> “durante o período infantil, o cérebro humano é mais maleável e o aprendizado é mais eficaz do que em qualquer outra fase da vida. Dessa forma, é necessário que as crianças sejam estimuladas com boa qualidade desde cedo”.</em></p>
<p>Quando olho para meus filhos, é fácil perceber a importância da música nas diversas fases de suas vidas. O mais novo (Israel), apesar de ter apenas 10 meses, já está andando e começa a mexer o corpo sempre que ouve uma música. A nossa filha (Larissa), aos 3 anos, já canta um repertório bem selecionado com músicas que eu e Elissa (minha esposa) temos lhe ensinado.</p>
<p>Tudo aquilo que as crianças ouvem e cantam terá forte impacto em seu desenvolvimento! Canções com conteúdo saudável ajudarão no processo de absorção de valores eternos em suas vidas!</p>
<p>* Daniel Costa é coordenador da Rede de Crianças (Geração Futuro) da IBC e cantor.</p>
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		<title>A criança e a televisão</title>
		<link>http://www.ibc.org.br/gf/blog/a-crianca-e-a-televisao/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 13:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redegf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Fico surpreso quando vejo o impacto negativo que a televisão tem feito em nossas crianças! Em diversos lares, cada vez menos os pais investem tempo em conversar com seus filhos. Cada vez mais as brincadeiras sadias entre pais e filhos perdem espaço com a presença da televisão que passa a ser a protagonista de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fico surpreso quando vejo o impacto negativo que a televisão tem feito em nossas crianças! Em diversos lares, cada vez menos os pais investem tempo em conversar com seus filhos. Cada vez mais as brincadeiras sadias entre pais e filhos perdem espaço com a presença da televisão que passa a ser a protagonista de uma lamentável história de afastamento familiar.</p>
<p>Há pouco tempo atrás, foi publicada pela Academia Americana de Pediatria uma pesquisa conduzida pelo Dr Dimitri Christakis (na época, pesquisador do Centro Médico Regional de Seattle) em que o resultado sugere que o hábito de ver TV superestimula e modifica o desenvolvimento normal do cérebro de uma criança. Entre os riscos encontrados estão: dificuldade de concentração, impulsividade, impaciência e confusão mental.</p>
<p>Sou casado com Elissa e temos um casal de filhos. Nossa menina se chama Larissa e tem pouco mais de 3 anos. Nosso menino se chama Israel e tem pouco mais de 9 meses. Ambos são presentes de Deus pra nós! Tornaram-se alvos do nosso amor incondicional! O desafio de cuidar é grande, mas cada minuto com eles representa muito para nós, pois sabemos da importância de ensinarmos nossos filhos por onde eles devem andar. Como diz a Bíblia em Provérbios 22.6: <em>“Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles”</em>.</p>
<p>Tanto para mim como para minha esposa, estar com nossos filhos é algo inegociável e prioritário! Evidenciamos nosso amor por eles também quando investimos tempo, “desbravando” com eles um mundo de descobertas! Quando nos entregamos, essa aventura torna-se fascinante para eles e para nós também!</p>
<p>Algo que temos feito bastante é investirmos tempo com eles desenvolvendo o hábito da leitura, principalmente com Larissa (3 anos). É muito legal quando ouço ela dizer: “Papai, quero ouvir histórias da minha Bíblia”. Imediatamente, paro o que estou fazendo pra sentar ao lado dela e partilhar de verdades bíblicas certo de que esses momentos têm grande impacto hoje e terão também no futuro!!</p>
<p>Segue abaixo 6 aspectos que eu e minha esposa temos buscado priorizar com nossos filhos no hábito da leitura:</p>
<p>1. Separar um momento e local calmo</p>
<p>2. Estimular a interação dos nossos filhos com a história contada</p>
<p>3. Não exigir mais do que eles “podem oferecer” de tempo de leitura</p>
<p>4. Envolver-nos no contar da história</p>
<p>5. Fazer perguntas fáceis de serem respondidas por eles</p>
<p>6. Montar uma “mini biblioteca infantil”</p>
<p>Essas são apenas algumas dicas! O fato é que a qualidade do tempo que passamos com nossos filhos fala muito da prioridade que eles têm em nossas vidas!</p>
<p>Fica aqui o desafio para todos nós: vamos desligar a televisão e investir tempo com nossas crianças na leitura, na brincadeira, no sorriso, no olhar, no carinho, na praia, na praça, no parquinho, na sala de estar, no fascinante “mundo da imaginação” e no que mais for possível fazermos com nossos filhos, sempre lembrando que eles são presentes de Deus para nossa vida e família!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Daniel Costa</p>
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		<title>Domingo 27/11/2011</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 16:02:41 +0000</pubDate>
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		<title>Tempo</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:49:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já viram essa história? Macaquinho &#8211; Bia Bedran Ter tempo com seu filho é mais importante do que pode parecer. Separar alguns minutos ou horas do seu dia e dedicar aos seus filhos pode trazer benefícios incontáveis para sua família e marcar profundamente seus filhos, assim como sua ausencia também marcará. E nem precisa ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Já viram essa história?</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y9jITNeJLaA">Macaquinho &#8211; Bia Bedran</a></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> Ter tempo com seu filho é mais importante do que pode parecer. Separar alguns minutos ou horas do seu dia e dedicar aos seus filhos pode trazer benefícios incontáveis para sua família e marcar profundamente seus filhos, assim como sua ausencia também marcará. E nem precisa ser uma programação muito elaborada.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> Assistir um filme juntos, ir à livraria, brincar no tapete da sala, tomar banho de mangueira, fazer cabana de lençol no quarto, preparar um lanche na cozinha de casa&#8230; Há muito o que fazer, o importante é estar presente.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> E com isso, trazer segurança para seus filhos, e uma porção de coisas boas que serão colhidas em seu lar, ao logo dos dias.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> Que tal acampar na sala hoje?! Com direito a um lanche bem caprichado e histórias maravilhosas até o olho fechar!</span></span></p>
]]></content:encoded>
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